Tô apaixonado, totalmente embriagado de amor...
Se chama Carolina...um olhar que se abriu e me mostrou outras nuances da vida e da possibilidade de existir...
Antes parecia tudo limitado, sem um caminho, sem um sentido...Agora há eternidade na minha existência...
Vou com ela ao meu lado (como dizia Tom Jobim) “até o apagar da velha chama”...
Cada minuto ao lado dela vale milhões de anos. É como se a via-láctea se formasse e explodisse dezenas de vezes...
Já dizia Nietzsche, “cada momento da nossa vida deve ser congelado numa constante eternidade que sempre retorna”
Há apenas uma única vida e isto me basta...
Encaixo dentro dela o infinito...
Não abro mão da minha eternidade finita, aquela que me faz encontrar múltiplos caminhos, pessoas e lugares, tudo ao breve sabor do tempo...
Os pequenos momentos devem ser sempre saboreados e, consequentemente, toda a nossa vida, pois é nessa única existência que encontraremos a nossa eternidade...
Eu já encontrei a minha...
Carol...
E viva Dionísio !!!
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